Há muito tempo se fala sobre o preconceito. Como quase tudo na vida contemporânea, algumas vezes o assunto tende a escorrer para a banalidade, principalmente quando o tema é usado para promover algum produto, uma pessoa, ou as duas coisas mais precisamente dizendo. É o preconceito que vende. Antes de tudo, é importante esclarecer que não existe nenhum preconceito, por parte deste blogueiro que vos fala, contra os homossexuais. Muito pelo contrário, admiro quem assume sua homossexualidade, a coragem é digna de um gladiador ao enfrentar uma cova repleta de leões famintos. Acontece que muitos homossexuais, desvirtuam o assunto, e usam o preconceito como forma de propaganda, aí não é legal.
Um exemplo disso foi quando, num programa de TV, um travesti reclamava do preconceito que sofrera ao procurar uma editora para publicar a história da sua vida, cujo havia se dedicado a escrever. Segundo contou, batera em inúmeras portas, recebendo vários “nãos” até encontrar uma jornalista, dona de uma editora, que procurava uma história para contar. Esta jornalista, então, reescreveu a tal história e editou o sonhado livro. Na versão do travesti, o ocorrido foi preconceito por parte das editoras. Parece mais plausível, no entanto, afirmar que o candidato a escritor não dominava o primordial numa carreira dedicada às letras: saber escrever. O que ele chamou de preconceito parece sim falta de talento. Quando a jornalista, que é a profissional da área, viu a possibilidade de contar uma boa história, a reescreveu e a publicou. Infelizmente, o assunto preconceito, principalmente o sexual, vem sendo tratado de forma banal e até folclórica, longe da seriedade que o tema merece.
Um exemplo disso foi quando, num programa de TV, um travesti reclamava do preconceito que sofrera ao procurar uma editora para publicar a história da sua vida, cujo havia se dedicado a escrever. Segundo contou, batera em inúmeras portas, recebendo vários “nãos” até encontrar uma jornalista, dona de uma editora, que procurava uma história para contar. Esta jornalista, então, reescreveu a tal história e editou o sonhado livro. Na versão do travesti, o ocorrido foi preconceito por parte das editoras. Parece mais plausível, no entanto, afirmar que o candidato a escritor não dominava o primordial numa carreira dedicada às letras: saber escrever. O que ele chamou de preconceito parece sim falta de talento. Quando a jornalista, que é a profissional da área, viu a possibilidade de contar uma boa história, a reescreveu e a publicou. Infelizmente, o assunto preconceito, principalmente o sexual, vem sendo tratado de forma banal e até folclórica, longe da seriedade que o tema merece.

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